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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Figurino do filme clássico ...E o vento levou.


Gone with the Wind ...E o Vento Levou é um filme clássico americano de 1939, um romance dramático dirigido por Victor Fleming e com roteiro de Sidney Howard, adaptado do livro homônimo de autoria de Margaret Mitchell. Entre os colaboradores do roteiro estiveram também os escritores F. Scott Fitzgerald e William Faulkner. É o filme com maior faturamento da história, considerando a inflação.
45% do filme, com o restante cabendo a George Cukor, Sam Wood, William Cameron Menzies e Sidney Franklin, todos não-creditados.
O filme foi produzido por David O. Selznick, a trilha sonora é de Max Steiner, a fotografia de Ernest Haller e Ray Rennahan, o desenho de produção de William Cameron Menzies, a direção de arte de Lyle R. Wheeler, os figurinos  de Walter Plunkett e  a montagem de Hal C. Kern.
A produção de Gone with the Wind custou pouco mais de cinco milhões de dólares aos cofres da MGM e, quatro anos depois de seu lançamento, a renda obtida pelo filme nas bilheterias ja superava a marca dos 32 milhões de dólares.




O vestido verde de veludo, provavelmente o mais lembrado e mais significativo do filme. Scarlett O’Hara  por encontrar  numa situação financeira complicada,  cria um belo vestido com as cortinas de sua casa.











“Francamente, querida, eu não dou a mínima.” – Frase do clássico ‘E o Vento Levou’.
Frase dita por Rhett Butler quando Scarlett O´Hara estava em seus braços e usava esse vestido.






O figurinista

Walter Plunkett nasceu em 5 de junho de 1902, em Oakland, no estado da Califórnia, Estados Unidos. Enquanto estudava na Universidade da Califórnia em Berkeley, se envolveu com o grupo de teatro do Campus, o que provocou sua mudança de carreira. Em1923 mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou como ator, cenógrafo e figurinista para o teatro de Vaudeville e para a Broadway. Partiu para Hollywood atrás de trabalho, sendo que seu primeiro trabalho creditado como figurinista foi ‘Hard-Boiled Haggerty’ em 1927.
O figurinista que não recebeu o Oscar de melhor figurino, porqu nesta época a Academia não tinha o Premio de Melhor Figurino!


terça-feira, 5 de julho de 2011

Meia noite em Paris


Woody Allen, genial como sempre, traz uma mensagem clara no filme Meia noite em Paris: o passado só nos apetece tanto porque é um ideal e porque o presente é uma droga, uma vez que é no presente que estão os problemas com que temos que lidar. Essa mensagem fica bem clara no filme.
Meia-Noite em Paris é um filme muito romântico e Woody Allen soube dosá-lo a uma comédia romântica com um toque surrealista e drama. Uma verdadeira declaração de amor. A Paris, à literatura e à cultura, em geral.
Gil Pender (Owen Wilson) e sua noiva Inez (Rachel McAdams) estão passando férias em Paris, acompanhados dos pais dela, e aproveitando para acertar alguns detalhes do casamento vindouro. Gil, maravilhado com a cidade luz, ainda nutre um forte sentimento de saudosismo/nostalgia em relação à década de 20, especialmente em Paris, que na época abrigou por um tempo, a grande elite intelectual da época, gente do calibre de Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, Pablo Picasso e muitos outros.
Neste filme, podemos passear por uma Paris dos anos 20 e vivenciar o figurino deste tempo e os mais consagrados artistas do último século, das mais diversas áreas.
E m determinado momento, me senti na pele do Gil e me arrepiei só de pensar na experiência mágica de sentar em um café parisiense na companhia de Dalí, Man Ray e Buñel.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Muitas dicas de filmes

Brasília recebe uma mostra de cinema de moda, que começa hoje e vai até o dia 26 de junho. A ideia é mostrar como essas duas artes interagiram durante o último século. São 29 filmes e uma mesa redonda com o tema “Moda, Arte e Cinema – Fronteiras e Conexões”, no dia 16 de junho. O debate tratará da velha herança que ainda separa o erudito do popular, a moda e a arte, nós e os outros.
Confira a programação.